Mostrando postagens com marcador blogagem coletiva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador blogagem coletiva. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de abril de 2009

Blogagem Coletiva - Quem foi seu Monteiro Lobato?

Vanessa, do blog Fio de Ariadne, convidou a participar da blogagem coletiva em homenagem ao dia do livro. Ela nos questiona sobre como formar leitores, e quer saber quem – em nossa vida – incentivou o nosso amor pela leitura, quem foi nosso Monteiro Lobato.


Não sei qual foi o pontapé inicial de tudo. Talvez ver meu pai ler todos os dias tenha feito com que eu, aos três anos, me interessasse em inventar estórias a partir das figuras das revistas em quadrinhos. Estórias que eu contava para meus irmãos e meu pais. E lá fui eu para escola aprender a ler. Desde então, durante a minha infância, meu pai frequentemente me presenteava com livros. Ele foi meu Monteiro Lobato. E de Lobato foram alguns desses livros. Eu era apaixonada pelo Sitio do Picapau Amarelo e seus personagens. Foi uma porta para o universo fantástico ali ao lado – com personagens que aprendi no folclore nacional, como o saci, a cuca, o boitatá, o curupira; com sabugo de milho virando Visconde... Não teria mais que cruzar uma floresta distante em busca de fadas e castelos. Era só abrir a porta.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Blogagem Coletiva - "O livro da minha vida"


Depois de um longo intervalo, mudança de cep e outras coisitas, volto a publicar meus escritos aqui. O convite da Vanessa (blog Fio de Ariadne) para participar da blogagem coletiva sobre “O livro da minha vida” fez com que eu lembrasse da minha infância e de ir para a biblioteca da escola na hora do recreio para ler a coleção de contos infantis com as estórias de Andersen, Grimm, Perrault... Até hoje me encantam a Polegarzinha, o Soldadinho de Chumbo, a Vendedora de Fósforos, Branca de Neve, o Gato de Botas, João e Maria, o Flautista de Hamelin, Rapunzel, Chapeuzinho Vermelho, a Roupa nova do Imperador, o Patinho Feio... Na verdade, o encanto por essas estórias começou mesmo antes de aprender a ler, quando fui com minha mãe visitar uma amiga dela. Os filhos dessa amiga me deixaram com um livro bem encadernado, colorido, e fiquei bastante tempo ali olhando aquelas figuras, imaginando as estórias que elas contavam. Mas o mistério só foi resolvido tempos depois, na biblioteca da escola. Além desses clássicos dos contos infantis, eu tenho muito carinho por um outro livro da minha infância: “O menino do dedo verde”, de Maurice Druon, que conta sobre um menino chamado Tistu e seu dom de fazer nascer flores onde coloca o dedo. Ele muda a vida das pessoas. A fábrica de canhões torna-se uma fábrica de flores, e a cidade de Mirapolvora passa a se chamar Miraflores. O jardineiro Bigode é seu conselheiro e Tistu terá que lidar com sua morte. Fiquei com saudade quando acabou. Outros livros também deixaram suas marcas, mas estes têm um lugar especial.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Blogagem Coletiva – Coisas do meu Brasil 2

Coisas do meu Brasil. Cores, sons, cheiros. Uma memória de várias cidades onde morei ou passei de viagem. Feiras. Desde criança achava uma delicia passear nas feiras das cidadezinhas do interior, quando viajava com meu pai. Cada feira era um mundo novo, tinha algo a ser descoberto. Uma fruta, um objeto de artesanato, uma cena engraçada ou inusitada. E isso ficou. Continuei adorando ir às feiras, não só essas do interior, com fumo de rolo e tudo, mas também aquelas de artesanato, de antiguidades que se têm na cidade grande.

Esta foto é daqui.

A recordação desses momentos me remete a dias ensolarados, a um céu azul, a uma alegria, a pessoas queridas. E a uma boa comida. Mas devo dizer que dias chuvosos também são bons. Lembro de ir com uma amiga na feira da Praça Benedito Calixto que ocorre aos sábados em São Paulo. Choviscava e ameaçava mais. Fila para o restaurante mineiro. Fomos ouvir o chorinho na praça, maravilhoso. Comemos acarajé. Passeamos pelas barracas de antiguidades. E eu, que acho gente muito interessante, simplesmente adoro a diversidade de tipos que se vê em um lugar assim. Lembro dessa praça em dias ensolarados também, e com menos fila pro restaurante. Falando de São Paulo, no domingo gostava de ir à feira do MASP. Adorava tanto as barracas com antiguidades, como as de artesanato. A parada obrigatória era para comer numa barraca de japoneses que vendiam yakissoba e tempurá. Sou fã do tempurá. Tenho uma amiga gaúcha que também frequentava essa feira do Masp quando morava em Sampa. Quando fui visitá-la em Porto Alegre, levou-me para conhecer a feira do Brique da Rendenção. Adorei. O dia estava lindo, as pessoas com seu chimarrão, o artesanato, tudo. Em Belo Horizonte não se pode deixar de ir à feira Hippie, ou feira de Arte e Artesanato da Av. Afonso Pena. Mas vá cedo. Bem cedo. Essa feira tem de tudo: artesanato, bijuterias, sapatos, bolsas, comida... E um mundo de gente. No trecho onde a feira acontece tem o Palácio da Artes, com sua loja de artesanato, exposições e outros eventos. Em Ilheús, onde nasci e vou nas férias, gosto de passear nas feiras que se montam na avenida no verão, com artesanato, roupas, comida... É muito bom andar na beira-mar, encontrar os amigos, e dar umas voltas na feira.

E na sua cidade, como é a feira que tem neste domingo? Me convida, que eu vou...

Feira do Brique

Esta foto é daqui.

Feira do Brique

Esta foto é daqui.

Feira do Brique - Veja mais aqui e aqui .


Feira Hippie de BH

Esta foto é daqui.



Feira da Pça Benedito CalixtoEsta foto é daqui.

Não podia deixar de colocar fotos de Ilhéus. Embora eu não tenha fotos de feira, coloco fotos onde se pode ver a av. Soares Lopes que abriga estas feiras. As fotos são de Mauro Varandas, que as enviou para mim.






Não pude deixar de colocar esta. Por que será que eu gosto tanto de azul?


Clique para ver outros participantes
desta blogagem coletiva